Tantas vezes sem conta
O meu pranto de criança
Enxugou com perseverança

Acalentou-me docemente
No colo macio e acolhedor
Por amor simplesmente

Dos milhões de arranhões
Com beijos afáveis
As feridas curou

A criança traquina
Dos castigos maternos
Você livrou

Com doces e guloseimas
Mimou alegremente

Os brinquedos quebrados
Consertou rapidamente

E as doces lembranças
Ainda trago comigo
Da infância vivida
E os avós tão queridos.

(Elaine Freitas)

 

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